Roteiro de 4 dias em ROMA

Você tem apenas 4 dias para conhecer Roma? Parece pouco? Sim, é pouco. Quase um pecado! É claro que Roma merece mais tempo para ser apreciada, para descobrirmos seus cheiros e cores mas, neste roteiro, você vai ver que é possível fazer bastante coisa sem deixar de visitar os pontos principais.
Roma é um lugar onde você respira história, cultura, fé e beleza a cada minuto, a cada quarteirão. 
Certa vez, uma amiga (antes de eu viajar) me disse “Sandra, qualquer portinha que você ver em Roma, abra e entre porque tudo lá é surpreendente.” Ela estava certa.
Fiz essa viagem sozinha. Foi algo no estilo “comer, rezar e amar“.  Eu mesma montei todo meu roteiro após ler muito sobre Roma e sobre o Vaticano. Minhas experiências e dicas, divido aqui com vocês. Antes porém, vamos tratar de alguns assuntos os quais considero relevantes para sua viagem: 😉

Roma
Sim! Eu uso meias rosas. :p

1) HOSPEDAGEM: Se você disponibiliza de grana pra gastar com hospedagem e quer algo mais requintado, vale muito a pena ficar pelo Centro Histórico (perto da Fontana de Trevi, do Panteão, da Piazza Navona). Outra sugestão é Trastevere por ser um lugar mais boêmio, sossegado e longe da muvucada turística. Pra quem procura hospedagem com preços mais acessíveis e busca uma região central que o possibilite estar perto das estações de trem, de metrô, terminais de ônibus e que o ligue a toda parte da cidade inclusive aos aeroportos, sugiro estadia próxima a Estação Roma Termini. Não é ponto mais belo de Roma (não mesmo!) mas com certeza é perfeito pra quem prioriza praticidade na locomoção. Os pontos turísticos não estão distantes e para chegar até eles, você pode ir a pé (pra quem está acostumado a caminhadas) ou mesmo de metrô que é bem rapidinho. Termini foi minha opção. Faça uma busca pelo bookin.com. 😉

2) DO AEROPORTO À ESTAÇÃO ROMA TERMINI: Do Aeroporto FCO (Leonardo da Vinci – Fiumicino) até a Estação Roma Termini, você terá serviços de táxi (cerca de 48/50 euros já com a bagagem), opções de trem (o expresso e o metropolitano com paradas) e também ônibus. Escolhi o ônibus por ser mais barato.
Assim que passei pela porta de desembarque no terminal 3, segui as placas indicativas para os ônibus. Não teve erro. Comprei meu ticket diretamente no guichê da Terravision. Existe a opção de comprar online (http://www.terravision.eu). Nesta opção, há desconto mas lembre-se que se o seu voo atrasar e você não chegar em tempo do horário escolhido, não haverá reembolso. Preferi não arriscar.
O trajeto é direto e levou cerca de uns 50 minutos. Custou 5 euros. Pra mim, perfeito!

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Do aeroporto Leonardo da Vinci até a Estação Roma Termini

Se você preferir ir de trem, há o Leonardo Express. O bilhete está por volta de 14 euros e a viagem é mais rápida do que a de ônibus, 30 minutos apenas. Consulte o site  (http://www.trenitalia.com) para checar os horários. A compra pode ser feita online ou nos terminais de auto-atendimento da trenitalia.

2) TRANSPORTE PÚBLICO: Há várias opções de cartões que te dão acesso a diferentes meios de transporte pela cidade. Vou deixar um link para vocês conhecerem melhor os tipos de bilhetes existentes. Uma vez comprado, é necessário VALIDAR. No metrô, a validação acontece automaticamente quando você passa pela primeira vez pela catraca. Logo, se você precisar pegar um ônibus depois, não será necessário encostar seu cartão no leitor ao embarcar. Apenas entre e acomode-se. Os cartões têm validade de 100 minutos, 24 horas, 48 horas, 72 horas… (Lembrando: sempre a contar a partir do momento que você o utiliza pela primeira vez).
http://www.welcometorome.net/it/info-roma/informazioni%20utili/biglietti-metro-bus

Eu caminhei bastante e usei o metrô somente para distâncias maiores ou quando os pés já doíam demais da conta. Os aplicativos com ‘mapas offline’ me auxiliaram nessas idas e vindas pela rua. Em meu celular baixei o TripAdvisor e o Here.

Para este roteiro de 4 dias em Roma, o Roma Pass de 3 dias parece ideal (39,50). Veja esta simulação: a entrada para o Fórum Romano, Coliseu e Palatino (é um ingresso único para os três) custa 12 euros + a entrada da Galleria Borghese (11 euros) + um bilhete de transporte válido por 72 horas (18 euros) somariam € 41,00. Além disso, vale lembrar que com o Roma Pass você não encara as longas filas e tem descontos nas demais atrações oferecidas. Confira no link: http://www.romapass.it

Bem, para o último dia, deixei o Vaticano. O Rome Pass não cobre as entradas para os Museus do Vaticano e para Capela Sistina. Comprei dois bilhetes de 100 minutos (€ 1,50 cada) no metrô para ir até lá e voltar ao fim do dia pro hotel. Resumo da ópera, gente: o Roma Pass pode ser vantajoso (ou não). Planeje sua viagem pensando em todos os lugares que você pensar em ir e veja se vale a pena. Ok? 😉

3) MELHOR PERÍODO PARA VISITAR: Roma é uma cidade sempre LO-TA-DA! É impressionante o número de turistas por toda parte a qualquer estação do ano. Estive em Roma no início da primavera, na segunda semana de abril. Peguei frio (principalmente de manhã bem cedo e ao anoitecer) mas durante o dia havia sol e a temperatura variava entre 17 a 22 graus. Não foi ruim. A cidade está cheia, sim, contudo nada que se compare às férias de verão. No verão o calor na Itália é fortíssimo e, como em qualquer cidade turística no mundo, há muito mais gente pelas ruas. Prontos? Então… Vem! Foge comigo agora pra Roma. icondarkgreenrt

PRIMEIRO DIA: 
·         Basílica de Santa Maria Maggiore
·         Fontana di Trevi
·         Piazza della Rotonda
·         Panteão
·         Piazza della Minerva
·         Basílica de Santa Maria sopra Minerva
·         Piazza Navona
.         Campo de’Fiori
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*Na verdade, comecei meu roteiro com a visita a belíssima Basilica de Santa Maria Maggiore por estar bem próxima ao hotel onde estive hospedada, nos arredores da estação Roma Termini. A basílica era conhecida como Santa Maria do Presépio, uma referência às supostas relíquias da manjedoura de Jesus abrigadas ali: quatro tábuas de madeira que, juntamente com uma quinta tábua, teriam sido levadas para lá na época do  Papa Teodoro I. Ao deixar a basílica, sugiro pegar o metrô linha A (laranja) sentido Battistini e descer na estação Barberini para chegar até a Fonta di Trevi e a partir dali fazer todo o percurso a pé.

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A Fontana di Trevi é belíssima. O costume de jogar a moedinha permanece, claro! Se você me perguntar se joguei alguma, a resposta é NÃO. 🙂 Três motivos: primeiramente porque o euro está muito caro para uma professora brasileira. 1 euro custou-me 4 reais e 21 centavos nesta viagem em tempos de economia brasileira em crise, logo qualquer moedinha seria muito preciosa no meu caso. Segundo: não sou nada supersticiosa, percebe? Terceiro: ver moradores de rua em Roma usando um “pau de selfie” velho como vara de pescar moedinhas nas fontes pela cidade levou-me a algumas reflexões acerca do assunto. Então, aproveitei o momento para tirar belas fotos e fiz questão de voltar lá outro dia à noite só para vê-la toda iluminada. Espetáculo!

Deixando a fonte, vamos seguir para Piazza della Rotonda onde encontramos o Panteão. A entrada é gratuita. É uma das mais bem preservadas estruturas da Roma antiga e permaneceu em uso durante toda a sua história. O Panteão é hoje uma igreja, a de Santa Maria dei Martiri. 

De frente para o Panteão, desça pelo lado esquerdo e logo você estará na Piazza della Minerva onde encontramos um obelisco com um elefante servindo de base e a Basílica de Santa Maria sopra Minerva, uma das principais igrejas dominicais de Roma. Ela está exatamente a um quarteirão atrás do Panteão. É a única igreja originalmente gótica da cidade e é onde Santa Catarina de Siena está sepultada. Nesta basílica, veremos a estátua Cristo della Minerva (uma obra do artista Michelângelo). 

Ao deixar a Basílica, volte para o Panteão, siga pela Piazza della Rotonda, vire a esquerda na Via Giustiniani e continue pela Via del Salvatore até chegar a Piazza Navona que é uma das mais famosas praças da cidade e está localizada no Rione Parione: um espaço repleto de restaurantes, sorveterias, cafés e artistas de rua. A Piazza Navona é também célebre por suas três fontes: Fontana del NettunoFontana dei Quattro Fiumi e a Fontana del Moro. Uma curiosidade: ali está o Palácio da Sede da Embaixada Brasileira.

Vamos seguir para o Campo de’Fiori descendo pela Via della Cuccagna e pegando a Via Dei Baullari.
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Lá você vai encontrar uma feira ao ar livre com flores, frutas, legumes e com todo tipo de produtos espalhados em barracas. Eu acho bem charmosinho. 🙂 Apesar de ser um lugar altamente turístico com cafés, gelaterias, restaurantes e barzinhos (estes lotam à noite) é também um espaço com uma atmosfera tipicamente romana que revela um pouco do dia a dia deles.

* SEGUNDO DIA:
·         Arco de Constantino
·         Coliseu
·         Monte Palatino
·         Fórum Romano
·         Monumento Vitor Emanuel II
·         Piazza Venezia
·         Mercati di Traiano
·         Museo dei Fori Imperiali
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Vamos começar o segundo dia com a visita ao Coliseu que foi eleito em 2007 como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e, sem dúvida, é o um dos maiores (senão o maior) símbolo da Itália e da história da Roma Antiga. É impressionante ver um monumento deste ainda de pé há quase 2000 anos apesar do desgaste natural com ação do tempo. Como chegar? Partindo da estação Termini do metrô, pegue a linha azul, direção Laurentina, desça na Estação Colosseo e pronto! Você vai sair da estação e vai dar de cara com o Coliseu te engolindo! 🙂 O belíssimo Arco de Constantino está bem ali também. Tudo próximo.
As pessoas sempre reclamam das enormes filas para comprar o ingresso e depois para entrar. Bem, se você tem o Roma Pass ou se comprou antecipadamente sua entrada online, você não vai encarar as filas e vai passar diretamente pela roleta exclusiva.
http://www.coopculture.it/colosseo-e-shop.cfm

Outra maneira (e eu diria: a melhor dica) para escapar das filas é CHEGAR CEDO. Foi o que eu fiz e deu super certo. Cheguei no horário de abertura, às 8:30. Fila zero para a compra do bilhete e uma fila pequena e rápida para entrar. Não sei se eu teria a mesma sorte se estivesse ali no verão em período de alta temporada. Lembrando que o ingresso custa 12 euros e permite sua entrada aos 3: Coliseu, ao Monte Palatino e ao Fórum Romano (este é basicamente em frente ao Coliseu, estando apenas do outro lado). Caso, você queira audioguia ou guia eletrônico, terá um custo adicional por volta de 5 euros. Se você não optou pelo audioguia e após a entrada se arrependeu, calma! Dá para adquirir o serviço lá dentro.

Após a visita ao Coliseu, saí pelo mesmo ponte onde entrei, fui para o outro lado a minha frente e já estava na entrada para o Monte Palatino e para o Fórum Romano. Após passar pela entrada, você escolhe por onde deseja começar sua visita. Visitei o Monte e depois desci para o Fórum. Há pessoas que gastam quase 1 dia inteiro nestas três atrações. Eu passei a manhã inteira até a hora do almoço (cerca de umas 4 horas e meia) e aproveitei bastante, sinceramente.

ARCO CONSTANTINO E COLISEU:

 MONTE PALATINO:

 FÓRUM ROMANO:

Ao sair do Fórum Romano, suba pela Via dei Fori Imperialli até chegar ao Monumento Vitor Emanuel II que está ao lado da Piazza Venezia.
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Este é um monumento em honra ao primeiro Rei da Itália unificada. Na base do monumento, você encontrará o Museu da Unificação Italiana.
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Nesta altura do dia, você deve estar com fome (assim como eu estava) . Nessa história da barriga a roncar, escolhi o primeiro restaurante por ali que me parecia agradável. Pedi um prato de spaghetti à bolonhesa feliz de vida! Pedi uma coca e um café no final. Quando a conta veio… putz! Gastei mais do que o de costume. Total? 18 euros. Então cuidado com restaurantes em certas áreas de Roma. Com 9.50 euros, você consegue tranquilamente fazer uma boa refeição com uma entrada (salada), uma massa e uma bebida. Fique de olho! Evite fazer suas refeições ao lado de pontos turísticos. 😉
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Bora continuar nosso roteiro. Próxima parada: Mercati di Traiano. Está longe? Não. Do ladinho! Olhe o mapa abaixo, se localize e siga em direção à Igreja de Santa Maria di Loreto:
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Mercado Trajano é um complexo de edifícios de seis andares com várias salas, construído em Roma durante o século II no reinado de Trajano. Lá, a gente pode entender como acontecia o comércio na antiguidade e conhecer o Museo dei Fori Imperiali que é o primeiro museu dedicado à arquitetura antiga e mostra seções reconstruídas das decorações arquitetônicas e esculturais dos Fóruns. Não deixe de visitar o link antes: http://ticket.museiincomuneroma.it/mercati-di-traiano/
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 * TERCEIRO DIA:
·      Piazza di Spagna
.      Spanish Steps
·      Piazza del Papolo
.      Villa Borghese
.      Galleria Borghese
·      Via Veneto
·      Hard Rock
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Vamos começar o dia pela  Piazza di Spagna. Para chegar até ela, a linha A (laranja) sentido Battistini. Quando cheguei, as escadarias da praça (Spanish Steps) estavam em reforma e a parte central estava totalmente interditada. 😦 Mesmo assim, subi pela parte lateral que me conduziu à Igreja Santissima Trinità dei Monti e ao Obelisco Salustiano com uma bela vista para a cidade. Ali também encontrei caricaturistas pelas calçadas que cobram 10 euros por cada desenho. Fiquei tentada a fazer uma. Amo caricaturas mas sei lá… deixei passar. Ao descer de volta, fui comer uma pizza MA-RA-VI-LHO-SA num restaurante simples, pequeno num beco estreitinho (Vicolo del Bottino), ali na praça.

Seguindo na direção norte da Piazza di Spagna, pegue a Via del Babuino e continue em frente sempre por ela e você estará na Piazza del Popolo. Tive outra surpresa logo que cheguei na praça: uma das famosas igrejas gêmeas estava toda coberta para recuperação de sua faixada. Uma pena! As igrejas gêmeas são as de Santa Maria Montesanto e a de Santa Maria dei Miracoli. Uma terminada em 1675  e a outra 3 anos depois. Neste dia, acontecia a Maratona de Roma 2016 que fechou algumas vias da cidade. Por isso, fiquei pouco tempo. Outros destaques na praça são: a Fontana del Nettuno e a Porta del Popolo.

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Maratona de Roma 2016

A parte da tarde deste dia está reservada para Villa Borghese e a Galleria Borghese. A vila é um grande parque em Roma com entrada franca. Como em qualquer parque urbano, também há bicicletas e triciclos para serem alugados e há alguns trailers onde você pode comer um lanchinho. Na Villa Borghese, há um zoológico, uma casa do cinema, uma ludoteca para os pequenos, e alguns museus como o Pietro Canonica e claro: a famosa galeria. Se ela está em seus planos para visitação (e eu afirmo: é um ponto turístico imperdível), não esqueça de agendar antecipadamente. Você reserva o horário, sendo que o primeiro é às 9 da manhã e o último às 17 horas. O tempo máximo de visita é de duas horas (não se pode ficar mais que isso lá dentro). Na galeria, você terá a oportunidade de ver obras de Antonello da Messina, Giovanni Bellini, Raffaello, Correggio, Caravaggio e esculturas de Gian Lorenzo Bernini e de Canova.
http://www.galleriaborghese.it/

Ao deixar a Villa Borghese, certamente, será fim de tarde. Eu confesso que estava um pouco cansada mas não resisti e desci pela famosa Via Veneto até a estação Barberini, passei pelo Hard Rock Rome Cafe e comprei uma T-shirt lindaaaaaaa. A Via Veneto é uma rua elegante com hotéis caros e lojas de marcas famosas. Lá só comprei mesmo a minha camiseta da HR. Coisas de Hard Rock lovers… ❤
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* QUARTO DIA:
·      Vaticano / Basílica de São Pedro
.      Cúpula da Basílica
·      Musesus do vaticano e Capela Sistina
.      Castelo e Ponte de Sant’Angelo

Em minha vista a Roma (abril de 2016), aconteceu o Ano Extraordinário da Misericórdia e, como sou muito católica, estive dois dias no Vaticano. Em um destes dias, tive a oportunidade de participar da Audiência Jubilar na Praça de São Pedro com o Papa Francisco e fiz também um tour, que poucos conhecem, pelas sepulturas e necrópoles de um complexo subterrâneo de mausoléus pagãos e cristãos sob as fundações da basílica. Neste tour, conheci dois jovens padres CARIOCAS 😀 que foram um canal de benção para mim! Estive ao lado deles o tempo todo e um deles, que já havia estado ali antes, narrava para o amigo sacerdote e para mim questões religiosas que a guia não se aprofundava por se tratar de um passeio histórico.
Em um post futuro, vou registrar como participar de eventos como as audiências papais que requerem ingressos antecipados (porém sempre gratuitos) e como visitar as escavações.

Para chegar ao vaticano de metrô, o trajeto é pela linha A (laranja) sentido Battistini, descer na Estação Ottaviano e seguir em frente pela Via Ottaviano e continuar pela Via Di Porta Angelica. Não se paga nada para entrar na Praça de São Pedro e nem para visitar a Basílica. Antes de entrar na basílica, há a opção de visitar a ala com os túmulos dos papas e a saída desta ala já nos encaminha diretamente pra dentro da basílica. Para visitar os Museus do vaticano e a Capela Sistina, acesse o link abaixo e faça sua reserva para data e horário que desejar. Atenção: ao acessar o link abaixo, clique em ADMISSION TICKETS:
https://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/do?action=booking

PRAÇA DE SÃO PEDRO:

INTERIOR DA BASÍLICA DE SÃO PEDRO:

Ao sair, lado esquerdo, você pode seguir para uma bilheteria para adquirir o ingresso que dá acesso à Cúpula. Aviso importante: são muitíssimos degraus (551) e não é aconselhável para pessoas com problemas cardíacos. O ingresso custa 5 euros. Existe a opção de fazer um trecho de elevador (-231 degraus dos 551) e você paga 7 euros. Paguei 5, subi parando algumas vezes para tomar fôlego mas cheguei Vivíssima da Silva 😀 e pude contemplar uma vista espetacular, digna de todos os bofes que coloquei pra fora.
Olha isso, gente:
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Meu conselho para este dia é deixar a Praça de São Pedro, os túmulos, a Basílica e a Cúpula para a parte da manhã. Almoce e reserve a tarde para os Museus do Vaticano e para Capela Sistina. Eu não almocei por ali uma vez que as opções eram caras mas o lanchinho na mochila para comer na própria praça é uma boa! Fique bem à vontade. Vi pessoas levando comida em verdadeiras marmitinhas acompanhadas por garfos, facas, sucos e copos.
A tarde vai acabando e após um dia desses, a gente fica mesmo exausto. Eu estava! Mesmo assim, encarei uma caminhada até o Castelo Sant’Angelo (mas só passei pelo lado de fora), atravessei a ponte e tirei belíssimas fotos sobre o 
Rio Tibre.
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Na outra margem, caminhei por aquelas ruazinhas tipicamente italianas, tomei um gelato e pronto: exausta mas FELIZ! 🙂

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Para roteiro de 5 dias em Lisboa, clique aqui!
Para roteiro de 4 dias em Barcelona, clique aqui!

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